Pesquisar neste blogue

Mostrar mensagens com a etiqueta Rio Tejo Ambiente. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Rio Tejo Ambiente. Mostrar todas as mensagens

domingo, 23 de abril de 2017

LISTA NEGRA DOS POLUIDORES EM TORRES NOVAS- RIBEIRA DA BOA ÁGUA,VALA DAS CORDAS, PAÚL DO BOQUILOBO E ALMONDA

(escrito em meados de 2016)

PARA QUEM TINHA DÚVIDAS AÍ FICA A LISTA DOS PREVARICADORES EM TORRES NOVAS
Ao contrário do que a manipulação da opinião pública tem tentado fazer crer, a lista de poluidores em Torres Novas é muito extensa e brevemente irá ultrapassar os 40 prevaricadores. Mas quem foi que disse que só há uma empresa a prevaricar? E então os outros todos não contam? A isso eu chamo-lhe branqueamento e manipulação da opinião pública visando interesses estranhos mesmo obscuros.
Com base nestas situações estranhas comuniquei ao Ministério do Ambiente e diversas outras Entidades e vai tudo ser investigado pra ninguém se ficar a rir.
Mas então a Comissão de Ambiente desta Câmara Municipal de Torres Novas, está cega ou está a comissionar o quê? Demitam-se se têm um pingo de vergonha na cara e pensam ser filhos de boa gente! Mas e é claro que eu não acredito que se demitam e em bloco, pois estão todos comprometidos e nomeadamente já com planos pessoais para as próximas eleições autárquicas. de 2017.
Sugiro que utilizem a lista junta pois não conhecem o problema ambiental e aparentemente nem moram em Torres Novas. Fiquem bem. Veja a lista já a seguir e que parece não ser incomodativa.
A LISTA NEGRA DO AMBIENTE EM TORRES NOVAS

terça-feira, 12 de abril de 2016

SENHOR MINISTRO DO AMBIENTE, OBRIGADO POR TODAS AS MEDIDAS, MAS, TEM UM MAS...

 SMS PARA O SNR MINISTRO DO AMBIENTE Engº.João de Matos Fernandes:


 Senhor Ministro:    Eu como ambientalista congratulo-me com todas as medidas positivas que têm sido tomadas pelo seu Ministério (2016).  Mas sobre a  autorização dada em 2015 para o aumento do tratamento de pasta de papel via Celtejo só posso dizer lamentável senhores governantes! Quem autorizou, obviamente que foi o anterior Governo e  a APA e que é tutelada pelo Ministério do Ambiente. Aquilo de que me apercebo e independentemente de ser legal ou não é que a formula técnica de disseminação na massa d’água do Tejo está desajustada à realidade actual.
      Uma vez que estão na moda (as reversões económicas) então nós todos ribeirinhos temos o direito de argumentar de que só não fazem esta reversão se não quiserem.
    Agradeço por isso a intervenção do senhor Ministro do Ambiente para inverter esta situação, ou seja o caudal descarregado pelas hidroeléctricas é insuficiente para disfarçar, disseminar e transportar as matérias químicas, até ao oceano sem perigos de maior, não podendo esquecer, claro a nossa cadeia alimentar. A opção de autorizar as industrias e parece que são todas- desde que o desejem (!) - a aumentarem a sua descarga de efluentes para os rios de forma ilimitada não parece ser a mais correcta, pois no caso concreto do rio Tejo este não tem essa capacidade de regeneração, absorção, disseminação. A não ser Senhor Ministro que a intenção seja.....somente, de olhar para este nosso Rio Tejo como um esgoto e nesse caso diremos em termos técnicos que  o caudal é tão somente uma massa de água que serve de transportador até ao mar e   estamos conversados! Deixaremos simplesmente de falar de ecossistemas. Deixaremos também de falar em Rio Tejo e passaremos a dizer conduta tejo ou cano tejo.
 A minha posição, de não só de desejo, como, de exigência técnica, é de poluição zero e não tentativas de disfarce ou utilização da noite para fazer este transporte até ao mar!. Se este Governo não conseguir inverter esta situação, parece, ou aparentemente, só restará o tal caminho da violência. Era bom que o Estado de Direito desse mostras de que há a via legal para se resolverem estes problemas. A celeridade também é um facto crucial pois falamos da nossa cadeia alimentar, da vida e de morrermos com o cancro........ou de termos uma longevidade idêntica ao resto do País!  Temos esse direito, porra!
O que veio a público de que a Celtejo anunciou o encurtamento em 4 anos da projecção dos seus investimentos em termos ambientais é muito insuficiente. Já reparou quantas mil pessoas no distrito de Santarém irão desaparecer nesses 15/21 anos? Eu, por exemplo já serei menos um aqui a escrever e a contestar.  A não ser que a intenção seja mesmo essa!Além disso falamos de projecções financeiras dum grupo empresarial. O que poderá nem se concretizar. São só promessas nesta fase. Então nós populações, deixámos de contar a partir de quando? Claro que aproveito para dar os parabéns e dizer obrigado à 11ª Comissão do Ambiente que se deslocou ao terreno (margens do Tejo) para falar connosco (se passarem aqui no blogue, claro). Eu, fui um dos que tinha solicitado esta deslocação. Como a Comissão nunca me pôde escutar então utilizo esta formula. Só falta ouvirem alguns pesquisadores ou mestres em ambiente,microbiologia, toxicologia e sanitária e começaremos a aproximar-nos de conclusões finais. Espero que sejam feitas sugestões para alterações legislativas pois as mesmas são mais do que evidentes nomeadamente no D.Lei 226-A/2007 e 58/2005.  Alteração do Organograma da APA com um retorno ao modelo antigo também será de estudar.Se nisso houver interesse eu poderei adiantar algumas dessas sugestões.
   Parece que a  Celtejo e outras industriais ainda não são donos das nossas vidas como teimam em fazer crer! Virem dizer nas entrelinhas que os SEUS METAIS PESADOS QUE ESTÃO A SER LANÇADOS NO TEJO, irão matar menos pessoas do que inicialmente estava programado é inaceitável à luz dos actuais conhecimentos científicos e da actual Legislação Comunitária, bem como dos Tratados ratificados por Portugal. É  disso exemplo a ultima COP 21.
     Para já a minha análise é a de que tanto os 2 principais partidos-bem como os outros- não mostram grandes sinais de tentativa desta inversão. Já para não falar na possível corrupção e que também aparentemente, parece ser generalizada,a todo o SISTEMA DEMOCRÁTICO, esperando, claro que o seu nome não se encontre neste longo rol/livro negro! Ainda por cima eu também sou "Mattos" e depois ficamos mal na foto. Rectifico a minha intenção de abordar esta questão da corrupção, é que a corrupção intelectual ou de princípios, ou favorecimentos/pressões/intervenções pessoais/politicas, também contam nesta alusão.
http://sos-riotejo.blogspot.com/

http://www.portugal.gov.pt/pt/ministerios/mamb/equipa/ministro/joao-pedro-matos-fernandes.aspx 


Fique bem e seguem cumprimentos lá para Águeda.
nb: 1 - desculpe este longo SMS
      2 - gostaria que me fosse dada uma resposta a uma carta que se encontra no seu Gabinete,  e obrigado em antecipação.

                           DE MATTOS Sébastien

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

CARTA ABERTA PARA A 11ª.COMISSÃO DO AMBIENTE ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA- PORTUGAL

CARTA ABERTA PARA A 11ª.COMISSÃO DO AMBIENTE
ASSEMBLEIA DA REPÚBLICA- PORTUGAL
À ATENÇÃO DE TODOS OS DEPUTADOS, DE TODOS OS GRUPOS PARLAMENTARES:
Com conhecimento à Procuradoria Geral da República
http://www.ministeriopublico.pt/
e Comissária da Justiça Europeia Věra Jourová (com texto reduzido e apropriado em inglês)
O 25 de Abril já foi há 42 anos meus senhores e com a devida vénia pelo vosso cargo democrático. Vamos ter todos de ganhar coragem de falar e de apontar o dedo aos criminosos...... já que são tratados pelas autoridades como benfeitores de Portugal! Por exemplo, este senhor Alcides Branco já deveria ter sido detido há vários anos! Toda esta estrutura accionista deverá ser investigada. Este assunto compete ao Ministério Público-Procuradoria Geral da República e espero bem que a PGR esteja em plena acção. Receberam também muitos milhões para implantarem estas industrias assassinas. Falta dizer que os estudos comparativos para saber os custos da contaminação/destruição do Rio Tejo e seus afluentes, até agora não foram efectuados (!). Melhorando a linguagem, quero dizer, saber-se a quantificação dos fundos comunitários e nacionais, depois os fluxos financeiros que geraram e incluindo os postos de trabalho criados e depois comparado com os custos da destruição ambiental, e não esquecendo a parte hídrica e atmosférica com o C02 lançado para a atmosfera ,os problemas oncológicos criados a centenas de milhares de pessoas, a destruição económica duma região inteira, a contaminação dos veios freáticos destruídos e que demoram muitos milhares de anos a regenerarem-se e que irá impedir a população futura de aceder a água potável. e outros elementos de contexto.... Já agora este assunto já foi aflorado aqui neste grupo em Maio/Junho de 2015 e nessa altura, apoiei-me nos estudos efectuados pelo governo do Canadá e em que esteve em causa exactamente a mesma industria de tratamento de pasta de celulose e a destruição ambiental. Nesses estudos as conclusões e que são públicas, foi de que os custos eram muito superiores aos benefícios e que ou a industria seguia a indicação governamental de zero poluição ou teria de encerrar e em poucos anos umas fábricas de celulose decidiram encerrar e outras foram encerradas à força pelo governo Canadense. Aconselhava até-se me permitem- a 11ª.Comissão do Ambiente e os senhores deputados, a lerem estes estudos do Canadá , dado inclusive, a poluição de Vila Velha de Ródão já ter entrado no Oceano e já estar a chegar a outros Países. Estes países serão avisados nos próximos dias. Esta contaminação já deixou de ser só nossa - caseira-Portuguesa-Beira Baixa-Ribatejo!- e estes metais pesados estão já a disseminar-se por todo o Oceano Atlântico. Esta contaminação não pára na ponte 25 de Abril!!!!!..... já passou para GLOBAL. Lamenta-se as declarações da CELPA - Associação da Industria Papeleira, ontem na AR e só não disseram que estes metais pesados que passam aqui no rio Tejo e vêem da industria de celulose são diferentes dos do Canadá!. Neste País (Canadá) os metais pesados (sendo as formulas e produtos exactamente os mesmos) e outras químicas matavam e aqui em Portugal isso não acontece, serão até benéficas para a saúde das gentes ribeirinhas!.??!!..Impressionante e provocador!...
Relembro também à 11ª Comissão que se não forem ouvidos os mestres em ambiente, toxicologia, ecotoxicologia, microbiologia e sanitária, as conclusões que saírem deste Inquérito desta Comissão serão parciais e deficitárias e eventualmente até unilaterais. Agradeço que estes "Mestres" sejam chamados a intervir, como já comuniquei a essa Comissão. Penso ser, até incontornável! Haja Deus para tanta incúria, desplante, disparates,incompetência e até provocações à própria Assembleia da República e ao Estado de Direito. assinado.

#‎DeMattosSébastien‬
#‎RioTejo‬
#‎Poluiçãoriotejo‬
#‎poluiçãovilavelhaderódão‬ 
‪#‎11ªComissãodoambiente‬
#‎ApoluiçãoeoEstadodeDireito‬
#‎PoluiçãoTejoOrtiga‬,‪#‎CommissionerofthejusticeVěraJourová‬
#‎CommissioneroftheEnvironmentKarmenuVella‬
#‎CommissionPresidentJeanClaudeJunker‬ 
#‎GovernodePortugal‬
#AssembleiadaRepúblicaAmbiente
#Cartaabertadeputados
#11aComissãoAmbiente
#centenasdeprevaricadoresapoluir
#PGRDenuncianosite
#Pjinvestiga
#RioTejoAmbiente
#Tejopoluição
#ecossistemadoTejodestruído
#veiosfreáticoscontaminadosrioteejo

quinta-feira, 29 de março de 2012

Vila Velha de Ródão: ARH do Tejo acusa câmara e Centroliva de descargas ilegais

http://www.publico.pt/ciencia/noticia/vila-velha-de-rodao-arh-do-tejo-acusa-camara-e-empresa-centroliva-de-descargas-ilegais-no-tejo-1539913 


                            Créditos para a Carla Tomaz e Jornal Público pelo texto e imagens.

Trata-se de uma repescagem de 2012 e a consideração que deixo aqui é a seguinte:

   * Então se até esta data tanto a Câmara de Vila Velha de Ródão como o ARH  Tejo faziam denuncias periodicamente,porque deixaram de o fazer?

Vila Velha de Ródão: ARH do Tejo acusa câmara e Centroliva de descargas ilegais


As populações e as comunidades piscatórias junto ao Tejo também revelaram as suas preocupações. Carla Carvalho Tomás



A Administração da Região Hidrográfica (ARH) do Tejo elaborou “autos de notícia” contra a Câmara de Vila Velha de Ródão e a empresa Centroliva, por alegadas descargas ilegais de efluentes, informa um relatório daquela entidade.
Na sequência de queixas sobre alteração da cor das águas do rio Tejo, a ARH realizou na terça-feira uma acção de fiscalização na ribeira do Açafal e no Rio Tejo, junto a Vila Velha de Ródão.

Fonte da ARH do Tejo disse hoje à Lusa que os fiscais testemunharam a existência de descargas “com pequenos caudais” feitas a partir da central de biomassa da Centroliva e a partir de uma fossa séptica da autarquia, na zona industrial.

No entanto, só os resultados de análises às águas poderão concluir se estas descargas estarão na origem das manchas negras que têm surgido em troços do Rio Tejo desde a última semana.

Segundo com o relatório da ARH do Tejo, foram elaborados “os respectivos autos de notícia” contra a Câmara de Vila Velha de Ródão e a Centroliva, “cujos processos de contra-ordenação irão correr os trâmites legais”.

Durante a mesma acção de fiscalização, foi efectuada uma colheita pontual na empresa Celtejo.

Foram ainda realizadas “colheitas complementares, para avaliação dos parâmetros de óleos e gorduras”, na albufeira do Fratel junto ao cais de Perais, na foz da ribeira do Açafal e no cais do Arneiro, na margem esquerda do rio Tejo.

Fonte da GNR adiantou hoje à agência Lusa que há, pelo menos, duas novas queixas feitas por particulares junto a Vila Velha de Ródão, que “ainda vão levar à recolha de novas amostras nos próximos dias”.

Aquela força de segurança já tinha feito uma recolha de água para análise na terça-feira, aguardando também os resultados.

Essa primeira recolha foi feita depois dos alertas sobre possíveis descargas poluentes devido à alteração da cor da água nalguns troços do Rio Tejo.

Denúncias sucedem-se há meses

O Bloco do Esquerda e o Partido Ecologista “Os Verdes” anunciaram na última segunda-feira ter questionado o Governo sobre a situação. Na interpelação feita ao Governo, os deputados d’ “Os Verdes” referem que a água apresenta uma “cor castanha escura, quase preta”, devido a uma substância que “a olho nu se assemelha a hidrocarbonetos”.

Num relatório de ponto de situação, após nova fiscalização feita na quarta-feira, os serviços de fiscalização da ARH do Tejo asseguram que há uma “melhoria no aspecto das margens e da água”.

Ainda persistem “algumas situações pontuais de água com coloração mais carregada, principalmente em zonas mais paradas, com alguma matéria depositada nas margens e leito”, mas a fiscalização está “em crer” que a situação “tenderá a normalizar-se”.

Aquela entidade revela que “vai manter-se atenta à evolução da situação” em articulação com o Serviço de Protecção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR de Castelo Branco e de Nisa.

Não é a primeira vez que há denúncias de focos de poluição no leito do Tejo na zona de Vila Velha de Ródão, no distrito de Castelo Branco. Já em Setembro do ano passado a Quercus tinha denunciado a ocorrência de descargas poluentes que pintaram as águas de castanho. Em Dezembro, o problema voltou a repetir-se e a motivar uma pergunta do Bloco de Esquerda ao Governo.